A luz da manhã atravessava as cortinas do chalé de forma suave.
Valentina ainda dormia.
O corpo relaxado pela primeira vez em dias.
A respiração calma.
Mas não por muito tempo.
— Valentina…
A voz veio baixa.
Quase gentil.
Ela se mexeu levemente.
— Hm…
— Acorda.
Ela abriu os olhos devagar.
Confusa.
Desorientada por alguns segundos.
Até perceber onde estava.
E com quem.
— O que foi…? — murmurou, com a voz ainda sonolenta.
Alonso estava ao lado da cama.
De pé.
Observando.
— Levanta.
Ela franziu o