A manhã ainda estava silenciosa quando o celular de Alonso vibrou sobre a mesa.
Ele já estava acordado.
De pé, próximo à janela, olhando a cidade despertar.
Atendeu sem hesitar.
— Sim.
Do outro lado da linha, a voz firme de seu pai:
— Quando será o casamento?
Direto. Sem rodeios.
Alonso não respondeu de imediato.
Pensou por um segundo.
Curto.
Calculado.
— Semana que vem.
O silêncio que veio do outro lado foi breve… e então satisfeito.
— Ótimo. Não vejo motivo para adiar.
— Não há — respondeu Al