Pânico, Dor e a Busca Desesperada
O silêncio da caverna era interrompido apenas pelos gemidos de dor de Fábio e pelos soluços de Luna. Cecília andava de um lado para o outro, os olhos vidrados em sua própria raiva e frustração, enquanto segurava o celular em uma das mãos e uma vara improvisada na outra. Seus planos estavam claros: controlar a situação, infligir dor e manipular Miguel até que ele cedesse.
Fábio, ainda ofegante após a última agressão, olhou para ela com olhos determinados, mesmo