ALINA
As lágrimas escorrem enquanto ele me puxa e arrasta pelo braço, pela floresta atrás da casa. Dois caras altos com rifles me vigiando, me cortando qualquer chance de fuga. Ainda tô descalça, só com essa camisola de renda. O frio me arrepia e a chuva cola o tecido no corpo.
Não tive tempo de processar nada. Meu pai tá no meio dessa merda toda da máfia, e voltou pra me ferrar de novo.
— Anda logo, temos que chegar no carro — ele rosna, me empurrando enquanto quase não consigo andar. Meus pés