Mia ficou alguns segundos parada.
Depois virou.
E subiu para o quarto.
A curiosidade agora mais forte que o cansaço.
Assim que entrou, os olhos foram direto para a cama.
E então ela viu.
A caixa.
Grande demais.
Elegante demais.
O coração deu um pequeno salto.
— Não… — murmurou baixo, já desconfiando.
Ela se aproximou devagar.
Como se tivesse medo de criar expectativa.
Ou de confirmar.
Mas, antes de abrir…
percebeu o cartão.
Pegou.
Abriu com cuidado.
A letra era delicada.
Leve.
“Obrigada pelo qu