A porta se fechou atrás de Mia e, por alguns segundos, ela não se moveu.
Ficou parada no meio do quarto, como se o corpo ainda estivesse tentando alcançar tudo o que tinha acontecido lá embaixo. O silêncio parecia maior agora, pesado de um jeito que não deixava espaço para respirar direito. Ela passou as mãos pelo rosto, inquieta, puxando o ar com dificuldade antes de começar a andar de um lado para o outro, como se o movimento pudesse organizar os pensamentos — mas eles vinham todos ao mesmo