POR MAIA
O trajeto até o apartamento de Christopher aconteceu em um silêncio confortável.
Não aquele silêncio constrangedor que obriga duas pessoas a procurar assunto.
Era um silêncio tranquilo.
A música tocava baixa pelos alto-falantes do carro.
Luzes vermelhas e amarelas dos semáforos atravessavam o interior escuro do veículo enquanto a cidade seguia viva do lado de fora.
Pessoas caminhavam pelas calçadas.
Restaurantes cheios.
Prédios iluminados.
Manhattan parecia especialmente bonito naquela