Giulia
— Bom dia — disse Danilo ao entrar na cozinha.
Não respondi. O choro não parava. As lágrimas desciam sem controle, queimando meu rosto. Eu odiava me sentir assim. Fraca, humilhada e suja.
— Giulia, olhe para mim — pediu ele.
Mas eu não conseguia. Meu peito estava apertado demais. Raiva, vergonha, nojo… tudo misturado. E o pior era saber que eu não tinha feito absolutamente nada para merecer ou sentir aquilo.
— Giulia…
Respirei fundo, tentando controlar a voz.
— Quero que mande o Marco em