Em seguida, ele virou-se de costas e saiu, carregando consigo um silêncio pesado, quase melancólico.
A porta do quarto se fechou. Só então Beatriz deixou os dedos se moverem, lentamente erguendo a mão.
Com a ponta do dedo, acariciou de leve o colar que Vitória lhe havia roubado vinte anos atrás. A única lembrança que sua família lhe deixara na infância.
Agora que estava de volta às suas mãos, o objeto perdido e recuperado a deixava atônita, com a mente em turbilhão.
— Bia, naquela época foi a ma