Na época em que aquela garotinha desapareceu, ele também tinha mobilizado pessoas para ajudar nas buscas. Mas, infelizmente, não houve resultado algum.
Os traficantes de crianças agiam rápido demais. As redes eram fragmentadas, não havia comunicação entre os níveis. Muitas vezes, a troca era feita ali mesmo, no local, e a criança já era levada para outro canto antes que se pudesse rastrear. Ninguém sabia por quantas mãos já tinha passado.
Dizia-se que, ao longo desses anos, mesmo vivendo fora do