Gabriel inclinou a cabeça mais uma vez, num gesto de respeito contido, e se virou para sair.
Mas, antes que desse um passo, a voz firme do avô ecoou novamente atrás dele:
— E também peça desculpas ao seu irmão.
O corpo de Gabriel enrijeceu de imediato.
As mãos se fecharam em punhos, o maxilar travado.
Ele lançou um olhar cortante para Sérgio, um olhar que, se pudesse, o fulminaria ali mesmo.
Se não fosse pelo lugar e pelas pessoas presentes, ele já teria partido para a agressão há muito tempo.
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