— O motorista era homem. — Completou o informante.
— Não precisa ser tão específico. — Respondeu Gabriel, com expressão impassível.
Dizer que era um motorista de aplicativo já bastava. O importante era que não fosse um conhecido dela. Não precisava saber o sexo do sujeito.
Do outro lado da linha, o profissional pensou com ironia:
“Com o nível de possessividade que o senhor tem pela alva, imaginei que qualquer presença masculina ao redor dela poderia provocar uma crise de ciúmes. Se um pernilongo