O vidro do carro foi batido, e Daniel, instintivamente, olhou para fora, era Beatriz. Ele rapidamente abriu a porta.
Mas, em vez de ir para o banco do passageiro, ela entrou direto no banco de trás, o olhar visivelmente tenso.
— O que aconteceu? Teve algum problema? — Daniel perguntou, preocupado.
— Não... Não. — Respondeu Beatriz, tentando controlar a respiração. — Daniel, você pode dirigir? Me leva até o próximo cruzamento, por favor.
Mesmo sem entender muito bem, ele ligou o carro e atendeu a