ALEJANDRO
— NESSE LUGAR SÓ TEM espaço para um demônio — no instante que o som da minha voz ressoou no ar, alguns estrondos preencherem o espaço.
Dei algumas passadas e ao acabar com a pouca distância, o cheiro de sangue fresco invadiu minhas narinas e o meu olhar ficou direcionado para os quatro que estavam no chão. O som causado por um disparo sempre soou como música para os meus ouvidos, deixando o meu corpo aquecido como uma fornalha, no entanto, em questão de poucos dias, por duas circun