BELINDA.
Todo o meu corpo estava envolto por uma neblina densa. O ambiente à minha volta era opressor e severamente silencioso.
“Oi”
“Olá”
“Tem alguém aí ?”
Gritei em busca de respostas mas não as obtive.
Caminhando sem destino, eu avancei rumo à escuridão diante dos meus olhos.
“Tic tac”
“Tic tac”
“Tic tac”
O relógio toca mas eu não vejo nenhuma sombra do mesmo.
De repente, eu escuto um estrondo similar a uma porta batendo.
“Isso tudo é sua culpa. Se você fosse digno, minha filha ainda estar