Juliana, ansiosa, disse:
— Não é...
"Não! O que farei se você se for embora!"
Juliana tentou falar, mas o segurança foi mais rápido do que um coelho.
Ela permaneceu parada, observando Raul, que respirava com dificuldade na cadeira de rodas, e sem alternativa, se aproximou gaguejando:
— O que devo fazer agora? Ou o que você precisa neste momento?
Raul respondeu:
— Fique de pé.
— Ficar de pé?
— Sim, ficar de pé está bom.
Raul falou com uma voz fraca, e Juliana sabia no fundo que o melhor era nã