Gustavo se sentou em frente, enquanto as luzes fracas da fábrica piscavam, exalando perigo e um ar sinistro.
Hélio lutava desesperadamente para falar, mas não conseguia abrir a boca porque estava amordaçado com fita adesiva.
Gustavo lançou um olhar para Marcelo, que então se aproximou e arrancou a fita da boca de Hélio.
— Socorro... — Gritou Hélio com força, mas não houve resposta ao redor.
Marcelo, friamente ao lado, lembrou:
— Estamos no interior, é meia-noite, ninguém virá te salvar e ninguém