— É claro que... é claro que não. — O rosto de Débora ficou rígido.
— É bom que não exista mesmo. — Os lábios de Melina se curvaram levemente em um sorriso frio.
Débora rapidamente lançou um olhar ao redor e, de repente, aproximou-se do ouvido dela, baixando a voz em tom provocativo:
— Mesmo que existisse, o que você poderia fazer comigo?
Dito isso, ela segurou a tigela de sopa e subiu as escadas com confiança, assumindo uma postura de vencedora.
— Então espere para ver o que eu posso fazer com