“Óbvio que eu pensei ser um engano. Foi a primeira coisa que pensei e disse ao médico. Quando ele me disse que o nome da mãe, era Juliane, comecei a ter uma taquicardia. Senti como se todo o chão estivesse se abrindo e me engolindo. Logo que me recompus, pedi para ver a Juliane. E era ela. Juliane havia sofrido um acidente de carro e antes de apagar, deu meu telefone para os médicos, dizendo que eu era o pai da filha que ela gestava. Eu não fui capaz de achar nenhum parente dela e em seu velóri