ZADE.
O sol brilhava sobre a mesa de mogno que ficava diante da janela do escritório do homem mais poderoso do país, aquele que detinha o poder de tomar a decisão final em todos os assuntos.
Ele poderia comandar uma guerra ou cancelá-la... se quisesse. E já que ele se recusou a fazer isso, era hora de falar com ele, cara a cara. Carregando no bolso provas suficientes para prendê-lo, o forçarei de uma forma ou de outra.
Sentei-me na cadeira, virando-a para a janela enquanto esperava. A qualque