ZAIA.
Silêncio.
Essa era a resposta mais alta do que qualquer palavra poderia ser.
Eu me levantei e totalmente pálido, ele olhou para mim.
“Eu não disse nada”, ele falou, com o coração batendo forte. "Eu não disse nada!".
“Seu silêncio foi suficiente”, disse baixinho, andando ao redor da minha mesa para pegar algo em minha gaveta.
Peguei minha arma, vendo seu rosto escorrer.
"Por favor, não! Por favor, me perdoe! Tenha piedade!".
Eu o ignorei e coloquei um cartucho totalmente carre