Os dedos de Alina tremiam ao tocar o tecido. Respirou fundo, tentando se agarrar à promessa de um futuro. Ela precisava viver. Precisava fazer isso.
A caminhada até a suíte do Pakhan foi a mais longa da sua vida. Cada passo ecoava como uma condenação. Ao abrir a porta, o quarto estava escuro. Não havia luzes diretas, apenas algumas luminárias estrategicamente posicionadas no chão, que projetavam padrões de luz suave pelas paredes, mas que não revelavam rostos. Apenas sombras e contornos.
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