— Aceita um café?
Yuri largou a caneta e recostou-se na cadeira. Ele não olhou para a xícara. Em vez disso, seus olhos subiram lentamente pelo corpo de Louise, subindo até o decote discreto de sua blusa de seda.
Sua expressão era predatória, mas carregada de uma calma insolente. Ele a encarava como se estivesse analisando um mapa estratégico, mas um que ele já conhecia centímetro por centímetro. Suas pupilas estavam levemente dilatadas, e o canto de sua boca exibia o esboço de um sorriso de