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— Samira, Samira, acorda!

Abri meus olhos com sérias dificuldades. Que porra! Quem havia ousado me acordar no meu precioso sono de beleza? Opa, pera, que beleza? A claridade do quarto tornava difícil enxergar qualquer coisa. Depois de alguns minutos em que eu fiquei verdadeiramente grogue, notei que minha mãe me observava com impaciência.

— Por que não arrancam logo essa porta?! Ninguém nunca bate mesmo! — exclamei, sono

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