Fecho os olhos, resignação escorrendo dos meus poros. Sentindo a mudança, sua mão viaja pela minha barriga lisa.
Fico tensa sob seu toque, arrepios percorrem minha pele.
Seus dedos longos deslizam pela minha saia, puxando-o lentamente para baixo, deslizando o material em um ritmo doloroso.
— Não me torture. — digo, com raiva de seu ritmo intencionalmente lento.
Ele dá um sorriso perverso, e mesmo o espelho não pode diminuir a crueldade.
Ele tem uma capacidade muito estranha de sugar o ar dos m