Ponto de Vista de Dante
Minha mão relaxou.
O revólver banhado a ouro que estava prestes a decidir o destino de Isabella caiu no chão com um barulho.
Isabella se atirou sobre ele como uma tábua de salvação.
Ela se arrastou, abraçando minhas pernas, o rosto uma bagunça de lágrimas e catarro. — Dante! Dante, me escuta! Eu sei onde ela está! Eu sei onde ela está!
Lentamente, olhei para a mulher patética aos meus pés, meus olhos estavam congelados.
— Diga isso de novo.
— Eu sei onde ela está! — Isabe