Sob as sombras amareladas dos postes de luz, a Ponte da Liberdade se difundia em meio a noite escura da cidade. O vento frio, gerado pelas correntes de ar que se sopravam do mar, sibilavam em torno do pescoço de Rita.
Ela estava parada na ponte, olhando para o vasto e sereno oceano, perdendo o total controle de suas emoções, Rita gritava para o mar.
- Lucas! Lucas! Estou esperando você voltar! Por favor, volte rápido...
Sua voz desesperada estava rouca e seca, embargada pelo soluço.
O vento cor