- Não... não...
Lucas tinha ido trabalhar cedo pela manhã, mas por que ele iria para a Ponte da Liberdade?
O dono desse carro acidentado com certeza não era o Lucas... com certeza não.
A dona do restaurante a encarava, vendo as lágrimas surgirem em seus olhos, ficou perplexa por um momento, olhou para a televisão e perguntou com cuidado:
- Moça, esse acidente no noticiário, não é um parente seu, é?
-Não... não é possível...
O celular que havia caído no chão começou a tocar novamente.
Rita recupe