Lembro com perfeição do homem de terno preto que encontrei sentado, com um copo de uísque na mão, perto de uma janela do Ritz. O solitário inglês da mesa atrás também esperava por uma dama, considerando que não parava de consultar o próprio relógio no pulso.
Assim que me viu, Michael descruzou as pernas, soltou o copo na mesa e me esperou de pé. Nem sério, nem sorrindo. Se bem que não precisava sorrir para ficar irresistível. Guardarei para sempre sua postura segura e longa. A lembrança viva d