Sebastian Black levava a mulher segurando pelas mãos. Ípsilon sorriu quando Sebastian abriu a porta do carro. Havia um medo estampado no rosto da mulher, e ele viu pelo retrovisor, mas seu sorriso não morreu.
– O que há com ela? – Ípsilon perguntou.
– Tenho saudades de quando você era mais calado! – Sebastian Black brincou.
– E quem mais te diria verdades? – O homem retrucou, ainda com seu sorriso nos lábios. Aquele homem raramente sorria, mas encontrava motivos com cada vez mais facilida