— Roberto, se você não abrir essa porta agora, eu juro que vou te deixar para lá de vez. Mesmo que eu vá embora agora, eu não te devo mais nada.
No entanto, lá dentro continuava tudo em silêncio.
— Tudo bem, não quer abrir? Então eu vou embora. Vou atrás do George, vou abraçar ele, beijar ele, vou dormir com ele! — Jaqueline falou, tomada pela raiva, e se virou para sair.
Com um estrondo, a porta se abriu. Uma silhueta alta disparou como uma flecha na direção dela e a envolveu num abraço apertad