Jaqueline permanecia de vigília no quarto do hospital.
Cláudio estava parado na porta, com as mãos nos bolsos, olhando fixamente para ela. Suas sobrancelhas estavam levemente franzidas, e seus olhos pareciam conter um traço quase imperceptível de complexidade.
Após alguns momentos de reflexão, ele entrou.
Jaqueline virou a cabeça e, ao ver Cláudio se aproximando, se forçou a chamá-lo:
— Tio.
Cláudio respondeu:
— Você tem ficado aqui com ele por muito tempo. Isabelly me disse que você nem almoçou