— Pai, se você envolver outros, eu definitivamente não ficarei de braços cruzados! — A voz de George estava cheia de raiva.
Com um estalo, Reginaldo lhe deu um tapa forte.
George virou a cabeça, roçando a língua na bochecha, e murmurou baixinho:
— Pai, você sempre culpa a mãe, dizendo que ela frequentemente atrapalha seus negócios. Então, ela ficava em casa, sem fazer nada, apenas para não te incomodar, mas às vezes, você ainda a olhava com desdém. Eu realmente me pergunto, será que algumas cois