Donatella Romanova
Acordei sentindo o mundo girar, como se estivesse presa em um carrossel descontrolado. Meus olhos piscavam contra a luz forte do quarto do hospital, e um zumbido irritante preenchia meus ouvidos. Meu corpo parecia pesado, cada movimento um esforço monumental.
— Que tontura... — murmurei, tentando me sentar.
Uma mão firme pousou no meu ombro, me impedindo. O médico estava ao meu lado, uma expressão neutra no rosto, mas seus olhos revelavam preocupação.
— Calma, Sra. Os