Roman Ostrov
O salão principal da mansão estava mais iluminado do que nunca, cada lustre de cristal refletindo o brilho das taças que tilintavam e as gargalhadas que ecoavam pelo ambiente. Era irônico, talvez até cruel, estarmos celebrando em meio a tanto caos. Mas Donatella queria essa festa. Ela insistiu que não haveria luto pelo que estava por vir, apenas celebração pelo presente que recebemos: nosso filho.
Permaneci ao lado dela a maior parte da noite, minha mão pousada em sua cintura