Donatella Romanova
O ar gélido da Rússia mordia minha pele, mas era um consolo em comparação com o calor abrasador da dúvida que queimava dentro de mim. Não era a dor dos golpes ou o cansaço do treinamento exaustivo que me afligia. Era algo mais profundo, uma sensação de que, a cada passo, eu me distanciava de quem era e me aproximava de algo que não conseguia definir.
A moeda na palma da minha mão era um lembrete constante do que estava em jogo. Não era apenas um troféu; era um símbolo. Um sím