ELA
— Espera! Espera! — Disse forçando o meu pé no chão para que o Alfa parasse de andar.
Ele estava me puxando pela mão, e ainda que tentasse me soltar, era como se ele fosse feito de pedra, não cedia e nem sentia minha oposição.
— O que foi? — Perguntou, me olhando com aquela cara de gelo inexpressiva e magnética.
— Eu preciso ir ao banheiro! — A minha bexiga já estava doendo e o Alfa permaneceu me encarando sem dizer nada.
— Escuta, você mora numa barraca grande e talz, não sei se vocês faze