O som de uma voz interrompe o silêncio profundo e decadente da masmorra, fazendo-a abrir os olhos, sendo recebida novamente apenas pela escuridão.
— Que lugar imundo e fedido — a voz resmunga, acompanhada pelo som de passos que se aproximam lentamente. — Argh! Merda de tantos ratos, que nojo! — A voz ressoa mais alta, ecoando pelas paredes úmidas.
Ela permanece imóvel, mantendo-se na mesma posição que ocupava há horas, ou talvez dias, meses? Não faz ideia, parou de tentar contar depois de três