Júlia Cavalcante
O sol da manhã entrava pelas janelas da suíte com uma audácia que combinava com o meu estado de espírito. Eu não precisava abrir os olhos para saber que o mundo tinha mudado; o peso frio e sólido no meu anelar esquerdo era o lembrete constante de que a noite anterior não fora um delírio provocado pelos hormônios da gravidez.
— Bom dia para a futura Sra. Bianchi! — a voz de Sabrina entrou no quarto antes mesmo dela. Ela não apenas entrou; ela desfilou, transbordando uma animaçã