Silvia Silva
O pequeno Luigi pesava como um punhado de estrelas em meus braços. A sua respiração, um som tão tênue e rítmico que mal parecia real, preenchia o vazio que, até poucas horas antes, eu carregava como uma armadura de chumbo. Ali, sentada no quarto de Hannah, rodeada pela penumbra reconfortante e pelo cheiro de talco e recomeço, eu me sentia um enigma para mim mesma.
Do outro lado do corredor, eu conseguia ouvir a voz de Levi. Ele falava com Lana, a pequena guardiã, com aquela paciên