Hannah Santana
O elevador se abriu e o som que nos atingiu não foi o de um quarteto de cordas ou o silêncio gélido de uma mansão aristocrática. Foi o som da vida. Risadas altas, o tilintar de copos e, acima de tudo, o balbucio e o choro suave de bebês. Senti a mão de Levi apertar a minha, um lembrete constante de que eu não estava mais sozinha naquela arena.
Lana, que estava um pouco tímida atrás da minha perna, logo se soltou quando Júlia, a esposa de Lian, veio em nossa direção. Ela irradiav