Júlia Cavalcante
Imagine o cenário: o apartamento de Sabrina é o oposto da cobertura gélida de Lian; é colorido, bagunçado, cheira a incenso de baunilha e café recém-passado. É o único lugar onde eu, Júlia, poderia deixar a guarda baixar.
A luz da manhã de sexta-feira entrava pelas janelas do apartamento de Sabrina, iluminando as partículas de poeira que dançavam no ar. Eu me sentia uma intrusa na minha própria rotina. Lian tinha me dado o dia de folga, uma "ordem" disfarçada de cortesia, e g