68. Um recomeço
Já era o fim da tarde quando minha mãe empurrou a cadeira de rodas que ela insistiu em alugar para que eu não fizesse esforços desnecessários. Eu obviamente pretendia devolver aquilo o mais depressa possível, mas na pressa de deixar logo o hospital para trás, eu aceitei tudo o que ela propôs sem discutir.
Era tão bom estar em casa. Eu observei as paredes do elevador, ansiando que ele subisse mais depressa, tudo o que eu queria era entrar no meu apartamento e encontrar Blair!
— Dá pra perceber