Capítulo 68
Cassandra
A escuridão dentro do galpão era quase opressiva. O único som que preenchia o ambiente era o eco de minha respiração pesada e o tilintar das correntes ao redor dos meus pulsos. Minha mente estava turva, como se a dor tivesse tomado conta de tudo, deixando-me sem forças para raciocinar com clareza.
Estava deitada no chão, o frio da superfície gelando minha pele, mas a dor dentro de mim queimava mais forte do que qualquer gelo. A barriga latejava com uma dor aguda, que aumen