Mena puxou uma cadeira para mim na ilha da cozinha, como sempre atenciosa, e me serviu um copo de água. Seu italiano fluía animado, comentando como a casa parecia estranhamente vazia sem mim. Eu bebia devagar, deixando o frescor do líquido acalmar minha garganta seca. A cada gole, ela perguntava, com sua habitual familiaridade, se eu estava de volta para ficar.
— Não — murmurei, sem a encarar, o peso da minha resposta preenchendo o silêncio que se seguiu. Não havia necessidade de explicar por q