Emilly
O carro some da minha vista e confesso que me assusto com o tamanho da dor que pesa sobre mim. A garganta se fecha e me falta ar. É como se os pulmões estivessem se comprimindo. Achei que havia chorado tudo o que podia, mas as lágrimas jorram sem controle algum. Encosto atrás de uma coluna fora da visão de quem passa pela rua e tento me controlar antes de sair do prédio.
É quando ouço a voz de Alex atrás de mim.
— Emilly?
No susto, me viro rápido, e a dor aumenta ao ver a forma complacen