CAPÍTULO 32

Emilly

Há um sorriso maligno na face consternada de Alberto, tenho certeza de que ele vai me matar. Deus me livre, é macabro, de quem sofre das faculdades mentais. Caminha de um lado para outro desse velho barracão, repetindo que meu pai é um assassino, que matou seu pai, destilando ódio, chamando-o de filho da puta e afirmando que todas as autoridades da cidade são corruptas.

Nisso preciso concordar.

Devo dizer a verdade, que fui eu quem matou seu pai, mas a voz não sai. As lágrimas escorrem s
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