Ela o amava.
Talvez sempre tivesse amado.
A percepção veio como um choque, mas, ao mesmo tempo, como algo inevitável. Ele sempre esteve lá. Na escola, na faculdade, nos corredores da Fórmula 1. Eles tinham brigado, provocado um ao outro, disputado a vitória de todas as formas possíveis... e agora, estavam aqui. Juntos.
Ela precisava dizer isso a ele.
Quando a festa chegou ao fim, William passou um braço por sua cintura e perguntou:
– Vamos para o meu quarto ou para o seu?
– O meu – respondeu se