O celular começou a tocar tão cedo que Alana teve vontade de ignorar por puro ódio.
Enterrou o rosto no travesseiro por alguns segundos antes de finalmente procurar o aparelho perdido no meio da cama.
Domingo.
Cedíssimo.
Aquilo definitivamente não era normal.
Ela atendeu ainda sonolenta, com a voz rouca de quem claramente deveria continuar dormindo.
— Alô… espero que isso seja urgente.
Do outro lado da linha, a voz masculina surgiu imediatamente.
— Se não for, corro risco de m