O caminho até o hospital pareceu durar cinco minutos… e cinco horas ao mesmo tempo.
Heitor dirigia com as duas mãos firmes no volante, atento a cada respiração de Laís ao lado dele. O nervosismo ainda estava estampado no rosto, mas agora ele tentava controlar melhor.
Tentava.
Porque, a cada contração, o coração dele praticamente parava junto.
— Ai… — Laís apertou forte a mão dele quando outra contração veio.
Heitor olhou imediatamente para ela.
— Respira, meu amor. Respira comigo.